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15 junho, 2011

Pai...

Foto: weheartit

Pai, agora que não estou mais no tempo de alimentar ilusões, aguça meus sentimentos para que eu perceba a beleza das realidades.
Pai, agora que as opções foram feitas e tantas portas se fecharam no definitivo, dá-me aceitação para que as renúncias não sejam um fardo pesado demais.
Pai, agora que a soma dos erros derrubou as jovens ilusões de onipotência, não me tires a pretensão de continuar tentando acertar.
Pai, agora que tantos desenganos e incompreensões repetiram lições de ceticismo, conserva minha boa fé e minha disponibilidade perante as criaturas.
Pai, agora que as forças do meu corpo começaram a falhar, alerta meu espírito, livra-me do comodismo e redobra minha vontade.
Pai, agora que já aprendi a precariedade de todas as coisas, as limitações de todas as lutas e as proporções de nossa pequenez, afasta-me do desânimo.
Pai, agora que já alcancei o ponto de perspectiva que me dá a exata visão do pouco que sei, livra-me da defesa fácil de colocar viseiras e ajuda-me a envelhecer com a abertura dos corajosos, dos que suportam revisões até a hora da morte.
Pai, agora que aumenta o círculo das criaturas que me olham e esperam alguma coisa de mim, dá-me um pouco de sabedoria, ensina-me a palavra certa, inspira-me o gesto exato, norteia minha atitude.
Pai, agora que perdi a abençoada cegueira da juventude e só posso amar de olhos abertos, redobra a minha compreensão, ajuda-me a superar as mágoas, protege-me da amargura.
Deus, Pai, concede-me a graça de não cair na desilusão, de não chorar o passado, de continuar disponível, de não perder o ânimo, de envelhecer jovem, de chegar à morte com reservas de amor.

Carmita Overbeck

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