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30 agosto, 2011

Dinâmica para catequese- Varal dos Mandamentos (Primeira Eucaristia)

Encontrei a dinâmica do Varal dos Mandamentos no blog da Imaculada e apliquei na minha turma. Foi maravilhoso trabalhar mandamentos brincando de colocar roupas no varal. Confeccionei roupas de cartolina, e depois escrevi, com pincel, cada um  dos 10 mandamentos em tiras de papel e fui colando em cada peça de roupa.  Coloquei as roupas de cartolina numa bacia, e até vesti um avental. Disse as crianças que iria lavar roupa, peguei o manual da máquina e comecei a ler algumas instruções. Depois pedi ajuda deles para colocar as roupas no varal. Para concluir expliquei que somos como uma máquina de lavar, precisamos de um manual de instruções que é os 10 mandamentos. 



 Leia as instruções desta dinâmica no Blog da Imaculada: Sou Catequista de IVC. Clique aqui




15 agosto, 2011

Dinâmica da moldura


   Neste quadro, está a gravura da Família de Nazaré, a família  modelo, com toda a sua simplicidade e humildade. Mas todo o quadro precisa de uma moldura e eu gostaria de contar com a participação de vocês para montar essa moldura. Vocês aceitam? Não precisa ter medo, que não é necessário falar nada. É só pegar um desses pedaços de cartolina, escritos com aquilo que essa família viveu e que precisamos para nossa família ser feliz e colar na gravura para irmos formando o quadro. Certo?








SUGESTÃO DE PALAVRAS:

Paciência  É aquilo que nos faz acertar, mais do que errar.  Ajuda-nos a ser amados. Faz bem aos outros e a nós.

Caridade- Principalmente no falar. As palavras as vezes machucam mais que um tapa. Caridade em tudo, mas principalmente nas palavras.

 Fé- Só os que tem fé constróem uma família feliz, pois só ela nos sustenta.  Ela nos dá força, perseverança...(construir tijolo por tijolo, cada alegria, cada tristeza...)

Persistência: Fazer e refazer, ensinar e ensinar, falar e falar de novo, calar e calar, mas NÃO DESANIMAR.

Diálogo: Conversa onde todos falam, um de cada vez. Todos são escutados e podem falar para se chegar a uma solução do problema.


Esperança- Mesmo que os problemas sejam muitos, sempre há esperança de se resolvê-los. No relacionamento com os filhos  muitas vezes há ralâmpagos, trovões, chuva, nuvens carregadas, mas o sol continua a brilhar.

Humildade: Diante do esposo, colaborando com ele. Diante da esposa não sendo machão. Diante dos filhos não querendo dar um de sabichão. Diante dos pais aceitando que eles tem mais experiência.

Fidelidade: Às pessoas e aos compromissos da família. Difícil nos dias de hoje, mas não impossível.

Confiança- Precisamos dela para amar. Quem não confia não ama.

Carinho- Quem não gosta de uma palavra ou um gesto de carinho? A

Tempo: Este é difícil. Temos tempo prá tudo. É preciso arrumar tempo para FICAR com a família.

Doação-  Fazer tudo gratuitamente, sem pensar em agradecimento. É o amor cristão. EX: Pessoas que fazem para cobrar.


Sugestão do  www.saosebastiaoparoquia.com.br (Com adaptações)



04 agosto, 2011

Oficinas Catequéticas


Final  de semana passado aconteceu por aqui as Oficinas Catequéticas. São dois dias em que catequistas de todo o setor partilham sobre Espiritualidade, Liturgia, Música e Bíblia. Nas oficinas do ano passado e deste ano, recebemos estas duas lembrancinhas muita fofas, que podemos confeccionar para nossos catequizandos. O caderno com a boneca de EVA foi feito pela Paróquia Santíssima Trindade. E o lápis com a cabecinha de menino ou menina de EVA  foi confeccionado pela Comunidade São José Operário, da Paróquia Nossa Senhora da Paz!




02 agosto, 2011

Acolhida na Catequese







Saber acolher

A acolhida é o primeiro sinal da presença de Cristo no encontro catequético. Ela requer atitudes pessoais de abertura, de doação e de atenção ao outro. Os gestos de acolhida, quando sinceros, expressam generosidade e sinceridade, de modo que, ao abrir os braços para quem o acolhe, o outro se sinta de fato amado e aceito. O acolhimento é presença feita de atenção total: ouvir e escutar com interesse. É acolher e recolher o mundo do nosso próximo por meio do amor, e não apenas da simpatia ou da empatia. A acolhida caracteriza-se não só pelo gesto feito, mas pela maneira como é feito, isto é, com qualidade, com constância e partilhada. A acolhida é uma etapa importantíssima no processo catequético. A mensagem cristã só frutificará se o terreno a que se destina for verdadeiramente humano. Não há encontro catequético sem acolhimento, pois o catequizando necessita sentir-se acolhido para se encontrar com Deus.A relação amorosa com Deus, que a catequese quer provocar, passa pela experiência de acolhimento do catequista. Cabe ao catequista acolher de forma incondicional cada catequizando. Tal acolhimento, de modo concreto, se traduz na confiança que o catequista manifesta ter no catequizando, principalmente nos seus recursos e potencialidades, para que este possa realizar-se plenamente como pessoa. Faz parte do perfil desejado do catequista ser capaz de descobrir a profunda originalidade de cada catequizando, sinal de liberdade com que cada qual faz a sua caminhada catequética. Da descoberta dessa originalidade nasce profundo amor e respeito pela pessoa. O amor é plenamente realizado quando o outro é aceito tal como ele é. O acolhimento não se reduz ao momento dos encontros catequéticos ou das celebrações da comunidade, mas deve ser algo constante na vida do catequista e estender-se a todos da comunidade, bem como aos não praticantes e aos que estão afastados da vida cristã.

A prática acolhedora de Jesus

Como Jesus acolhia as pessoas? Na época de Jesus, só as pessoas consideradas "puras" eram dignas de se aproximar de Deus e se integravam na sociedade. Eram as que conseguiam cumprir todos os 613 mandamentos da religião judaica e não tinham doenças nem outros problemas na vida. Os pobres, os pecadores, os doentes e os abandonados eram impuros, excluídos do templo e da comunidade, e, como tais, não podiam se aproximar de Deus. Contudo, Jesus quebrou essa prática: acolhia todas as pessoas ems eu grupo e era colhidoo nos grupos delas. Para Jesus, "acolher" era também " buscar". Eis alguns gestos significativos de acolhimento de Jesus:
A parábola da ovelha perdida (Mt 18, 12); a cura da sogra de Pedro (Mc 1, 29-34).
A samaritana (jo 4, 1-26): Zaqueu (Lu 19,5); os discípulos de Emaús (Lc 24, 13-35).
Podemos encontrar outras tantas situações em que Jesus acolhe as pessoas:
O carinho pelas crianças (Lc 18, 15); a compaixão para os que estavam abatidos (Mt 9, 35-38); o encontro com Marte e Maria (Jo 11) e outros. O acolhimento é sinal de que o reino de Deus está no meio de nós (Lc 17, 21). O reino de Deus não é a vida após a morte; é um novo jeito de as pessoas se relacionarem que parte da acolhida e da confiança mútuas, da solidariedade, da alegria de nos reconhecermos como filhos de Deus, do compromisso com os fracos e pequenos, da renúncia a nós mesmos, numa entrega toral da vida a serviço dos irmãos.

Gestos de acolhida
Começar os encontros com cumprimentos, saudações, sorrisos, abraços, apertos de mão. Visitar as famílias dos catequizandos em ocasiões especiais, como aniversários, perdas etc. Servir-se da internet ou telefone para manisfestar atenção e carinho. Antes e depois dose encontros catequéticos, permanecer entre os participantes  interessando-se por eles, ouvindo seus problemas.

Fonte: Revista Ecoando. Ano IX. Nº33