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09 outubro, 2012

Diário de Catequese: Jesus morreu por nós


 Começando o assunto: Dinâmica dos Presentes

-Perguntei o que eles gostam de ganhar de presentes. (Unaminidade: Vídeogame, tablet, celular.)
-Depois escolhi um catequizando para abrir uma caixinha de presente que levei. Dentro da caixinha escrevi uma frase: "Eu dou minha vida por você". E botei junto um coração.


Com esta dinâmica, introduzi o tema do encontro falando que o maior presente que Jesus nos deu foi sua vida. Ele morreu para nos trazer a salvação.

Levei dois grandes exemplos de pessoas que doaram sua vida e falei um pouco sobre a vida dos dois mártires: Dom Oscar Romero e Ir. Dorothy Stein. Foram pessoas que morreram lutando pelo bem dos pobres e necessitados.
Para ler sobre a história de Dom Romero clique aqui.
Para ler a biografia da Ir. Doroty clique aqui.

- Falamos sobre a morte de Jesus, sobre o sofrimento Dele, e o sofrimento de milhares de pessoas no mundo inteiro. É importante dizer que o mal entrou no mundo pelo pecado, pela desobediência. O mal não é vontade de Deus.

-Expliquei sobre a Páscoa comemorada no Antigo Testamento e da nova Páscoa em que Jesus se doa por nós.

***

Para ajudar o catequista:  (Crescer em comunhão, Livro do catequista, vol.3, Meu corpo e meu sangue entregue por vós).

"Existem muitas pessoas que sofrem no mundo, porém nem toda dor é sem razão. Existem alguns sofrimentos que geram a vida. Pensemos em uma mãe que sofre no parto para ter um bebê, depois passa a noite toda cuidando de seu filhinho doente, no cansaço de tantos trabalhadores que sustent   am a sua família com o suor do seu rosto, na morte daqueles que doaram a vida pelo que acreditaram: Dom Oscar Romero, Ir. Dorothy Stein, Ir. Lindalva de Oliveira. Jesus fez exatamente isso. Ofereceu a sua vida para fazer o bem a todos. Sua morte não foi em vão, pois morreu doando a vida. De sua morte brotou a força da ressurreição. Isso é Páscoa: morrer para viver! A morte transforma-se em vida! Não nos esqueçamos que a Eucaristia é o memorial da Páscoa do Senhor. O termo memorial nos traz à mente as palavras memória e recordação. Contudo. o termo memorial não significa uma mera lembrança do passado, mas sim fazer novamente hoje o que Deus fez no passado; não é repetir, mas celebrar. Em cada Celebração Eucarística, a dinâmica da Páscoa (morte-vida) do Senhor se repete. Nós, como Igreja, também participamos desta dinâmica pascal. O mistério pascal deve ser vivido por todos que aproximam da Mesa da Comunhão. Não podemos comungar o Cristo e não vivermos como Ele viveu. Participar da Eucaristia significa oferecer a vida para que brote a vida. Oferecer nosso tempo, nossa caridade, nossos esforços, nossos sacrifícios para que no mundo o Reino de Deus aconteça, para que exista menos dor e mais felicidade. Assim, poderemos rezar com a Oração Eucarística III: "Fazei de nós uma perfeita oferenda". Assim podermos rezar: "Minha missa é minha vida e minha vida é uma missa prolongada!" (DA 191).Portanto, 'A Eucaristia é o lugar privilegiado do encontro do discípulo com Jesus Cristo. Com este sacramento, Jesus nos atrai para si e nos faz entrar em seu dinamismo em relação a Deus e ao próximo. Há um estreito vínculo entre as três dimensões da Vocação Cristã:crer, celebrar e viver o mistério de Jesus Cristo, de tal modo que a existência cristã adquira verdadeiramente uma forma eucarística. [...] A Eucaristia, fonte inesgotável da vocação cristã, é, ao mesmo tempo, fonte inextinguível do impulso missionário. Ali o Espírito Santo fortalece a identidade do discípulo e desperta nele a decidida vontade de anunciar com audácia aos demais o que tem escutado e vivido' (Cf, DA 251).(...) Os catequistas precisam estar atentos para algumas interpretações errôneas da Eucaristia: às vezes, fala-se muito da cruz de Jesus, da Sexta-feira Santa e pouco da Páscoa. Ter vida eucarística significa participar da vida do Cristo ressuscitado presente no altar. A missa não é a tristeza da cruz, mas a alegria da ressurreição. Outro risco é pensar que a Eucaristia é somente presença real no pão consagrado, ou seja, pensar na hóstia como algo mágico, esquecendo-se do mistério todo e do modo como assumimos este mistério na nossa vida. O sinal visível- o pão e o vinho consagrados- nos levam para um mistério mais profundo: viver como Jesus viveu e fazer com que sua vida se prolongue na nossa própria vida. Eucaristia é mais do que adorar a hóstia consagrada, é mais do que receber o pão consagrado: tratar-se de viver em conformidade com o Cristo. Comungar e adorar a Eucaristia são ao mesmo tempo sinais e meios de uma vida eucarística." Fonte: Crescer em comunhão- 


2 comentários:

  1. Cris, que encontro bonito!
    Achei bonito também seus catequizandos todos com a camisa da catequese. Lindo! A impressão que fica é de uma catequese organizada.
    Paz e luz!

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