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17 novembro, 2013

Brincadeiras


Seleção que fiz das brincadeiras do site Catequisar:

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     Brincadeira 1

a. Grupo em pé, andando pela sala, aleatoriamente;

b. Ao comando do Diretor (através de palmas ou apito) deverão formar subgrupos, de acordo com o número de palmas. Ex.: quatro palmas (ou quatro apitos) formar subgrupos de quatro pessoas;

c. Sai do jogo aquele que não conseguir entrar nos subgrupos;

d. . comentários.

Nota: O Diretor deve formar subgrupos inicialmente, sem que ninguém saia (aquecimento). 

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          Brincadeira 2

a. Em dupla, frente a frente;

b. Senha: cada um vai perceber o outro da forma que quiser, mas sem verbalização;

c. Após um determinado tempo pede-se que fiquem de costas (um para o outro) e cada um vai descrever o que percebeu do outro;

d. Em seguida, pede-se que se escreva a indumentária (vestimentas e acessórios) do outro. Ao término, viram-se de frente e verificam o que acertaram e o que não.


Nota: É um jogo que permite avaliar, em nível de diagnose, qual o nível de percepção de cada um e o que prevalece na psicodinâmica: perceber, pensar ou sentir, nos comentários.

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Brincadeira 3
a. grupo sentado em círculo, voltados para dentro;

b. elege-se um voluntário para sair da sala, enquanto o grupo escolhe um chefe (ou líder), que deve produzir movimentos diversificá-los durante o jogo;

c. a pessoa é chamada de volta e fica do lado de dentro do circulo, movimentando-se sem parar e tentando descobrir quem está comandando os movimentos;

d. as regras podem ser definidas pelo grupo (ex.: quantas tentativas de acerto, o que ocorre quando erra etc.);
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Brincadeira 4

a. Grupo em círculo, sentados;

b. Senha do Diretor: Cada vez que mencionar o nome de um pássaro, todos devem erguer a mão direita e fazê-la flutuar, imitindo um pássaro em vôo. Se mencionar um grupo de pássaros, abas as mãos deverão flutuar. Se mencionar um animal que não voe, deverão ficar em moveis, "com as mãos sobre os joelhos;

c. Quem errar, permanece no grupo, sem participar diretamente, mas colabora com a fiscalização;d. Comentários.

Exemplo: "Esta manhã levantei-me cedo. O dia estava magnífico. O sol da primavera animava a natureza e os pássaros (duas mãos) cantavam sem cessar. Ao abrir a janela do quarto, um pardal (mão direita), sem cerimônia, invadiu a casa, pondo o gato (mãos no joelho) em polvorosa."

"O papagaio (mãos direita) que estava no jardim do inverno onde se se irritou com a correria do gato (mãos nos joelhos) e pôs se a berrar, assustando os canários (duas mãos), que tranqüilamente cantavam em suas gaiolas..."

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Brincadeira 5
1. MATERIAIS: venda
 para os olhos.
2. INSTRUÇÕES:

a. Dividir o grupo em duplas;

b. Cada dupla escolhe um papel: de carro ou de motorista;

c. Para o carro: coloca-se a venda nos olhos. Enquanto carro, agirá de acordo com os sinais convencionados pelo Diretor e dirigidos pelo motorista;

d. Para o motorista: dirija o carro, de acordo com as consignas:

* Dedo indicador no meio das cortas, faz com que o carro ande para frente.

* Retire o dedo indicador faz com que o carro pare.

* A mão direita sobre o ombro direito faz com que o carro vire à direita.

* A mão sobre o ombro esquerdo, faz com que o carro vire à esquerda.

* As duas mãos nos ombros faz com que o carro vá para trás (ré).

e. Após um determinado tempo, invertem-se os papeis;

f. Depois se trocam as duplas;g. Comentários. 

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Brincadeira 6

a. Cada participante deverá disputar um cabo de guerra com uma pessoa imaginária à sua frente;

b. O Diretor fornecerá consignas para o papel da pessoa imaginária, que deverá ser complementada pelo participante. Ex.: pessoa muito forte, fraca, agressiva etc.;

c. Formar duplas e repetir o procedimento. Após um determinado tempo, aumentar o número de participantes (trios, quartetos etc.) até formar dois subgrupos distintos;

10 setembro, 2013

Planejamento de Encontro de Catequese: 5º Mandamento




Motivação: conversar com os catequizandos sobre as violências que vemos nos bairros, na família, na televisão, no rádio... (pode-se ajudar a reflexão com recortes de jornal e de revistas).
Ver o que os catequizandos pensam sobre: fumar, beber, fumar maconha, pena de morte, aborto...

Colocação do tema (Julgar)
O mandamento "Não matarás nem ferirás o teu irmão" é o ponto central dos 10 mandamentos. Ler Mt 5, 21-22. Deus quer que o homem cuide da vida e a respeite como valor central.

Não ser violento e respeitar a vida é dever de todo cristão.

Ninguém tem direito de tirar a vida do outro, nem ferir o outro.

Concretamente, não tem direito:

-O policial de espancar o preso.
-O homem de matar para se vingar.
-A mãe de matar a criança que ainda não nasceu (aborto).
-O patrão de obrigar o operário, na fábrica, a trabalhar sem segurança.
-O motorista de dirigir sem responsabilidade.

Não é cristão:
quem pensa que as guerras são justas, que o pobre é preguiçoso, e que a pena de morte é a solução dos problemas da sociedade. Não é justo matar.

Nós devemos:
-Cuidar do nosso corpo;
-Cuidar da nossa saúde e da saúde das pessoas que estão conosco. Quem bebe, quem fuma maconha, quem pratica sexo fora do casamento, está matando o próprio corpo; é igual ao homem que tira a sua vida com o suicídio.

Fere-se o outro ou tira-se a vida do outro também com outras atitudes:
-pela língua (refletir como isto acontece);
-com nossos maus exemplos (como podemos escandalizar os outros);
-aconselhando atitudes eradas: atitudes de ódio, raiva e egoísmo.

Ação
Escrever no caderno 'Não matar nem ferir o irmão. Lembrar-se que Deus é o Deus da vida.

Não ser violento nem ferir as pessoas com palavras e atitudes;

-Cuidar do próprio corpo.

Fonte: Livro do Catequista- Fé, Vida, Comunidade (Editora Paulus).

09 agosto, 2013

Avaliação na catequese- Eis a questão!



Google




Quando entrei na catequese, um das primeiras coisas que quis abolir foi a prova! Comecei a me questionar  se esta prática era realmente necessária.  Há outras formas de avaliação que não passe pela chata prova. Fale esta palavra para os catequizandos que garanto a vocês que eles vão querer sair correndo da sala da catequese. Em decisão com o grupo de catequistas, substituímos provas por dinâmicas de revisão. O encontro de revisão fica divertido com brincadeiras.

Até aí tudo bem. Até que uma mãe me procurou para falar que a menina não estava aprendendo nada e que achava um absurdo ela ainda não saber rezar a Ave-Maria! Detalhe: a mãe era evangélica, mas a filha queria participar da catequese. Fiquei chateada com isso, porque ela questionou minha catequese.  Sempre preparo meus encontros para que as crianças aprendam sobre Deus e a Igreja, de forma lúdica sim, mas sem desprezar o conteúdo, o catecismo. Na época, lembro que fiz o Correio de Maria e pedi que escrevessem num pedaço de papel: o que eu aprendi na catequese? (Veja este encontro aqui)

Toda a minha chateação foi por água abaixo com as respostas mais criativas e fofas. Aquela catequizanda que não sabia responder para a mãe, escreveu no papel sobre o que  aprendeu.  Mesmo com uma resposta positiva dos catequizandos, resolvi rever minha metodologia este ano. E investi numa avaliação. Na verdade, a avaliação é fundamental. O catequista (ou a equipe) tem a liberdade de escolher como irá avaliar seus catequizandos e os encontros. Mas esta fase não pode ser ignorada. Avaliação não quer dizer prova. E catequese não quer dizer escola. Mas não é só  fazer a oração inicial e logo em seguida despejar dinâmicas e brincadeiras sem fundamentação nenhuma. E também não podemos transformar a catequese numa aula, com quadro-negro, exercício e prova no final. Deus-me-livre-e-guarde!

Em junho, avaliei a catequese da seguinte forma: primeiro, bolei um jogo para revisão do conteúdo Curti, não curtir ou compartilhar?.  Os catequizandos gostaram muito e percebi logo de cara que preciso organizar mais jogos assim em grupo, porque eles participam bem e interagem.  

Que fiquemos atentos para que a catequese não passe em branco. Porque catequese é educação da fé, é uma fase fundamental na vida do cristão. Eles podem nunca mais voltar para a Igreja depois da celebração de 1°Eucaristia ou podem voltar para serem coroinhas, coordenadores de pastorais, catequistas, padres... E nós, catequistas, temos nossa fatia de responsabilidade por isso. Que o Espírito Santo nos dê sabedoria!








23 julho, 2013

Diário de Catequese: fazer chamada?

O assunto que eu não queria falar. Diário. Não tenho muito apreço por diários. Dei um jeito de sumir com minha chamada, e criei um caderno todo fofo, personalizado, para as crianças assinarem.Não gosto de associar catequese a escola.
Será que é realmente necessário ter chamada nos encontros?



Bom, o que dizem os catequistas:

"É importante que o catequista tenha em mãos um controle de presença e de participação na catequese. O que deve ser evitado é a aplicação do modelo escolar à catequese. O diário da catequese é um instrumento de conhecimento do catequizando, através dele se faz um histórico da participação dos catequizandos nos encontros. Quando um catequizando é transferido para outra paróquia por motivo de mudança é preciso ter um documento que informe à nova comunidade a situação daquele catequizando.Para isso ser realizado faz-se necessário uma infra-estrutura básica: Registro de Matrícula, Diário da Catequese. Este conjunto de documento auxilia o registro da trajetória do catequizando. Por exemplo, uma declaração de freqüência ajudará muito a catequese da comunidade para a qual a criança se mudou." fonte centraldocatequista.blogspot.com.br


O caderno para assinaturas  não foi suficente, porque eles assinaram o caderno, mas eu não acompanhava a frequência. No final, acabei  resgatando a velha e boa chamada, para ter controle da situação, afinal precisava saber dos faltosos.

Hoje, refletindo sobre o assunto, cheguei a uma conclusão: o acompanhamento de frequência é necessário. Isso é indicutível. Mas não precisamos adotar o mesmo método escolar para a frequência. Por essas e outras que é difícil desvincular catequese e escola na cabeça dos catequizandos, pais ( e até alguns catequistas), já que roubamos algumas metologias da escola para catequese. Eu vou fazer assim: Vou ter um Diário de Catequese e o Caderno de Frequência. O caderno vai passar  para ser assinado em todos os encontros. Em casa, irei passar a frequência do caderno para chamada e verificar quem faltou. O controle da frequência será feito sem a chamada escolar. Simples assim.
Pensamento bobo: Será que Jesus fazia chamada: João? Pedro? Filipe? Bartolomeu? Judas? rsrs
Acho que não. Mas acho que nosso Mestre estava com os olhos grudados em seus discípulos.

Catequista Cris Menezes



02 julho, 2013

Jesus convida os apóstolos-Planejamento de Encontro da catequese




O que vamos precisar


Rede de pescadores, panos, lençóis  desenhos, fotografias de jornais e revistas, gravuras e textos co pessoas fazendo o que Jesus fazia.

Para ler, ouvir, pensar e conversar:


1) O convite:


Jesus convida todas as pessoas para viverem como ele vivia. De que maneira? Reflita sobre estes exemplos:


-Pensando no bem dos outros;

-Sendo justo e amigo de todos;
-Ajudando as pessoas a saírem do sofrimento;
-Anunciando a Palavra de Deus;
-Obedecendo a Deus Pai.

Você consegue pensar em outros exemplos? Quais? Vamos então colar as gravuras de pessoas que agem como Jesus agia.


2) Chamado por Jesus:

Vamos encenar a passagem da Bíblia na qual Jesus chama seus apóstolos. Antes, porém, vamos ler juntos na Bíblia como isso aconteceu (Mc 1, 16-20)

Atividades


1) Venham comigo! (Encenar)


Narrador: Quando Jesus andava à beira do lago da Galileia  viu dois irmãos: os pescadores Simão e André. Os dois pescavam no lago, com redes. Jesus foi até eles e disse:


Jesus: Venha comigo e eu ensinarei vocês a pescar gente!


Narrador: Jesus mudou o nome de Simão, dizendo a ele:


Jesus: Tu és Pedro, e sobre esta pedra eu construirei a minha Igreja.


Narrador: Os dois largaram as redes e o seguiram. Mais adiante, encontraram outros dois irmãos, Tiago e João, filhos de Zebedeu. Eles  estavam no barco com seu pai consertando redes. Jesus os chamou:


Jesus: Venham comigo!


Narrador: No mesmo instante eles largaram o barco, deixaram o pai e seguiram Jesus. Assim, Jesus foi caminhando por vários lugares  e escolhendo seus seguidores. Eram 12 apóstolos.


Catequista:Jesus chamou os apóstolos para ensiná-los a viver como ele. Depois, os apóstolos teriam como missão transmitir a todo o mundo o que Jesus lhes ensinou.


2) Para entender melhor o significado de algumas frases da encenação, responda às perguntas no caderno:


-Jesus mudou o nome de Simão para Pedro e disse que ele seria a 'pedra de sua Igreja'. O sucessor de Pedro é o Papa. Como é o nome de nosso Papa?

-Os sucessores dos apóstolos são os bispos. O bispo atende uma região chamada diocese. Qual o nome do nosso bispo? E de nossa diocese? -Antes de serem apóstolos, as pessoas que Jesus escolheu pescavam peixes. Jesus os convidou a serem pescadores de homens. O que significa isso? -Os apóstolos deixaram suas profissões e famílias (sem porém abandoná-las) para seguir Jesus. Nós também temos de largar muitas coisas para seguir Jesus,  como por exemplo, o preconceito, a preguiça, a inveja...Que outros exemplos você consegue pensar? -Por que tudo isso deve ser deixado para trás se quisermos, verdadeiramente, ser seguidores de Cristo?

3) Jesus escolheu 12 apóstolos. Vamos escrever seus nomes? Procure em Lc 6, 12-16.



Fonte: Livro Convidados para a ceia- Primeira Eucaristia, Diocese de Caxias do Sul, Paulinas.

01 julho, 2013

Catequese e pessoas com deficiência



O que diz o Diretório Nacional de Catequese:

"É grande, em nosso país, a quantidade de pessoas com deficiências. Elas têm o 
mesmo direito à catequese, à vida comunitária e sacramental. Particularmente a partir do 
século XX em seus documentos catequéticos, a Igreja vê a necessidade de lhes dar a 
devida atenção e fazer esforços para superar todo tipo de discriminação. Nas 
comunidades, muitas pessoas se sentem chamadas para o trabalho junto aos deficientes; 
há inclusive catequistas e agentes de pastoral com algum tipo de deficiência. 
Toda pessoa tem necessidades, pois ninguém se basta a si mesmo. Mas, há 
algumas pessoas que têm necessidades específicas. Estas também precisam ser acolhidas 
na catequese. É preciso oferecer uma catequese apropriada em seus recursos e 
conteúdo, sem reducionismo e simplismo que apontem para um descrédito das 
capacidades da pessoa com deficiência. Também não se pode deixar de mencionar o 
número expressivo de irmãos que possuem necessidades educacionais especiais, sejam 
elas provisórias ou permanentes, causadas por algum distúrbio ou outras especificidades. 
A estes a catequese dispense a atenção necessária. 
 Aumenta a cada dia o número de voluntários para trabalhar com as pessoas 
com deficiência. Há também maior consciência e organização sobre esta catequese. Há 
organismos e movimentos representativos na luta pelo reconhecimento de suas 
necessidades. Nota-se uma tendência à superação de idéias preconceituosas e de 
atitudes caritativo-assistencialistas que dificultam o protagonismo social e eclesial. Como 
membros da Igreja, também os deficientes mentais têm direito aos sacramentos: não é 
uma concessão, é direito que precisa ser garantido. Eles fazem parte da comunidade e 
nela têm direito a serem ajudados a fazer a experiência do mistério de Deus na sua vida. 
Nesse itinerário da fé, a família desempenha papel fundamental, pois é nela 
que ocorre a primeira experiência de comunidade e onde a pessoa deveria receber o 
primeiro anúncio do mistério da salvação. Por esse motivo, a comunidade eclesial esteja 
atenta às suas necessidades, conflitos, desejos e aspirações. Toda a comunidade cristã é 
convidada a assumir a responsabilidade de catequizar os deficientes, criando condições 
para a sua plena participação comunitária e pastoral. 
 É importante que a participação das pessoas com deficiência na catequese seja 
feita em companhia dos demais catequizandos, para que se evitem grupos separados ou 
confinados em locais sem a devida atenção e cuidados ou distantes da comunidade. Essa 
atitude é fundamental para que não se perpetue a idéia de que todas as pessoas com 
deficiência necessitam de uma catequese puramente especializada. É necessário levar em 
consideração as descobertas e avanços das ciências humanas e pedagógicas, e assumir a 
pedagogia do próprio Jesus, que privilegiou os cegos, mudos, surdos, coxos, aleijados. 
Todos somos imagem de Cristo Ressuscitado e participamos dos sofrimentos, da cruz, 
como também da alegria de ser chamados à vida, testemunhando através dela a ação do 
próprio Deus. 
A catequese junto às pessoas com deficiência atinge todas as idades, em 
especial os adultos, pois muitos deles, por diferentes motivos, não tiveram a 
oportunidade de fazer a experiência da fé na comunidade eclesial em outras fases da 
vida, e agora manifestam esse desejo. É preciso perceber também o quanto essas 
pessoas podem ter a ensinar, com a sua própria experiência e com o modo como lidam com a sua situação. Com elas, como com todos os catequizandos, há uma estrada de 
mão dupla onde o catequista também aprende e se enriquece. 
Esta catequese supõe uma preparação específica de todos os catequistas, pois 
cada necessidade diferente exige uma pedagogia adequada. É bom contar com o apoio de 
profissionais, como médicos, fonoaudiólogos, professores, fisioterapeutas, psicólogos e 
intérpretes em língua de sinais sem que se perca o objetivo da catequese. Em todo esse 
processo, a família desempenha um papel importante para o qual deve receber a devida 
ajuda. " (Diretório Nacional de Catequese, citado em DIRETRIZES PARA A CATEQUESE
DIOCESE DE AMPARO – SP)

28 junho, 2013

Dinâmica de revisão: Curtir, não curtir ou compartilhar! Revisão-1° tempo



Elaborei uma brincadeira inspirada no facebook para revisarmos o conteúdo do primeiro semestre. 

Resumo: Os catequizandos serão divididos em grupos para responderem, completarem e avaliarem questões referentes aos encontros de catequese.

Objetivo: Propiciar integração dos catequizandos e revisar os encontros.

Preparação
Fazer placas: "Curtir", "Não curtir", "Compartilhar".


 Regras

- O grupo  terá um tempo cronometrado para responder a questão. Terminado o tempo, o administrador(que será escolhido pelo grupo) levantará uma das três placas:  
 -Compartilhar: Responder ou completar a publicação.
 -Curtir: Não sabe  a resposta. Automaticamente, a publicação será repassada para o próximo grupo.
 -Não curtir: Se a publicação tiver uma informação falsa. Corrigir e publicar no mural.
 - As ações realizadas serão publicadas no mural de cada grupo.


Iniciando o jogo
-Formar os grupos. Cada grupo será chamado de "comunidade" (pedir que escolham um nome).
-Entregar para cada comunidade as placas  "Curtir", "Não curtir", "Compartilhar".
-Sortear a ordem que as equipes participarão do jogo.
-O catequista inicia a leitura da 1º publicação seguindo a ordem do sorteio.

  Fim do Jogo: Verificar a comunidade que compartilhou mais publicações.  *
 * Publicação 1
A Bíblia é a Palavra de Deus porque através da Bíblia, Deus fala às pessoas. 
Deus fala pela bíblia para nos animar e orientar na caminhada cristã. 
A bíblia é divida em duas partes...  ______________________e_____________________.

O _____________________ foi escrito antes da vinda de Jesus. O _____________ foi escrito depois da vinda de Jesus.

Publicação 2
A palavra Bíblia vem da língua grega e quer dizer...

Publicação 3
A Bíblia fala da história do povo que foi escolhido por Deus.
A Bíblia é o livro mais lido e mais conhecido no mundo inteiro. 
A bíblia possui_______livros.  O Antigo Testamento é formado de 46 livros. O Novo Testamento é formado por_______livros.
 
Publicação 4
Na festa de Corpus Christi, comemoramos o Corpo de Cristo, ou seja a___________ :Jesus presente na hóstia santa e no vinho

Publicação 5
Deus enviou aos nossos corações o Espírito Santo. O  Espírito Santo é a terceira pessoa da_____________Trindade.

Publicação 6
O Novo Testamento contém os quatro evangelhos:  Mateus,__________,___________,______________.

Publicação 7
A Páscoa é uma grande festa na Igreja. Na Páscoa, as pessoas se presenteiam com ovos de chocolate. Mas nós sabemos que o verdadeiro sentido da Páscoa é...

Publicação 8
Deus criou o mundo. Criou a luz, o sol, as estrelas, as plantas, os animais. O livro da bíblia que fala sobre a criação do mundo é ________________.

Publicação 9
No dia de Pentecostes, os apóstolos estavam reunidos com Maria e de repente... ( O que aconteceu? Ver Atos 2,1-4)

Publicação 10
Quem batizou Jesus no rio Jordão?


Publicação 11
Jesus Cristo nasceu no Marrocos.

Publicação 12
Deus criou o mundo em quantos dias?

Publicação 13
Para quem Deus entregou os Dez mandamentos?

Publicação 14
Escreva três nomes de livros da bíblia que começam com J.

Publicação 15
Escreva três livros do antigo testamento e três do novo testamento.

Publicação 16
Como se chama a mulher de Abraão?

Publicação 17
Deus fez para Abraão duas promessas. A promessa de ter um filho e ...

Publicação 18
O nome do filho de Abraão é Moiséis.

Publicação 19
Deus entregou os dez mandamentos para Josué.

Publicação 20
Gênesis é o livro do Novo Testamento.

Publicação 21
Na Quinta-Feira Santa, os apóstolos lavaram os pés de Jesus, e neste dia Jesus instituiu a Eucaristia.

Publicação 22
Pentecostes é a comemoração da ressurreição de Jesus.

Publicação 23
Quais sãos os 7 dons do Espírito Santo? 

Atualizado em 26/06/2016.
Deus ama você.

Cris Menezes
Catequizando Feliz Blog




27 junho, 2013

Teia da Amizade


Fizemos a dinâmica Teia da Amizade no início do encontro e foi muito divertido. Só que ao invés de o catequizando se apresentar, ele fazia uma oração de agradecimento e jogava o barbante para outro catequizando.


Instruções:

"O coordenador toma nas mãos um novelo (rolo, bola) de cordão ou lã. Em seguida prende a ponta do mesmo em um dos dedos de sua mão. Pedir para as pessoas prestarem atenção na apresentação que ele fará de si mesmo. Assim, logo após se apresentar brevemente, dizendo que é, de onde vem, o que faz etc, joga o novelo para uma das pessoas à sua frente. Está pessoa apanha o novelo e, após enrolar a linha em um dos dedos, irá repetir o que lembra sobre a pessoa que terminou de se apresentar e que lhe atirou o novelo. Após faze-lô, essa segunda pessoa irá se apresentar, dizendo quem é, de onde vem, o que faz etc... Assim se dará sucessivamente, até que todos do grupo digam seus dados pessoais e se conheçam. Como cada um atirou o novelo adiante, no final haverá no interior do círculo uma verdadeira teia de fios que os une uns aos outros." (Fonte: Catequese Católica)



26 junho, 2013

O que é a catequese?

"Catequese é comunicação. É comunicação porque faz ecoar no coração da humanidade a palavra de Deus, o projeto de amor, comunhão e salvação que nasce do coração do Deus uno e trino e que se revela e se realiza plenamente no verbo que se faz carne: Cristo Jesus.  Catequizar é fazer com que as pessoas, impulsionadas pela fé, conheçam, amem e proclamar Jesus de Nazaré como Filho de Deus e Senhor de suas vidas, vivendo em comunhão de amor, testemunhando-o pela vida, pelo anúncio e pelo compromisso com a vida de todos. Se antes, a família e a sociedade ajudavam os cristãos a se iniciarem na vida cristã e exerciam uma função evangelizadora, hoje, não se pode supor a fé. É preciso que a catequese assuma esta missão. Uma catequese a serviço da iniciação à vida cristã é uma necessidade apontada pelos atuais documentos da Igreja. A catequese é, pois, escola de formação de discípulos e missionários de Jesus enquanto quer levar as pessoas ao encontro pessoal com Ele na comunidade de fé. Assim, a catequese se torna caminho para o discipulado." (Irmã Mary Donzellini)


25 junho, 2013

Catequista também é gente


"Catequista e seu tempo- 'Catequista também é gente', costumam dizer. E essa afirmação aparentemente tão óbvia, esconde algumas questões importantes sobre as quais se deve refletir. Catequista é pessoa inserida no seu contexto, tão sujeita às influências do seu tempo  como qualquer outra pessoa. Catequista também fica confuso(a) e às vezes, se pergunta: 'Quem sou eu no meio de tudo isso?', 'Como devo agir?', 'Que caminho seguir?'. São Paulo já chamava atenção daqueles que, no seu tempo, pareciam estar desorientados: 'Não vos conformeis com este mundo, mas transformais-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom o que lhe agrada e o que é perfeito'(Rm 12,2). Essa 'regrinha de ouro' certamente pode ajudar o(a) catequista a se situar quando situações conflituosas aparecerem, colocando, de um lado, as pressões dos tempos de hoje e, de outro, sua vocação e missão. Sem fugir do mundo, mas procurando o discernimento, o catequista pode encontrar sua realização e fortalecer-se para que venha a dar bom testemunho a seus catequizandos e à sua comunidade. E discernir é um exercício que se faz na oração, na reflexão, na escuta atenta da Palavra, do diálogo com as pessoas mais vividas e experientes, especialmente com outros catequistas. Sem dúvida, os tempos de hoje têm muitos valores que devem ser assimilados e integrados à vida e ao ministério catequético. Não se trata, portanto, de querer exorcizar o mundo, como se tudo fosse ruim e perigoso! É justamente o discernimento que não só poderá dar ao catequista elementos para agregar esses valores  ao seu estilo de vida, como também oferecerá  um filtro capaz de ajudá-lo a descartar o que não lhe convém como cristão(ã) e educador da fé. Só assim cumprirá bem sua missão profética, apontando tudo aquilo que está afinado com o projeto de Deus, 'o que é bom, agradável e perfeito', e denunciando o que vai na direção oposta dos ensinamentos e práticas de Jesus."

"Para refletir: Na sua realidade, quais os principais desafios encontrados em sua missão de catequista?
Que ensinamentos de Jesus podem ajudar a esclarecer nossa mente e coração?"

(Fonte: Revista Ecoando, ano x, n°37)



Catequista Cris Menezes

24 junho, 2013

Metodologia catequética: Ver-iluminar-agir-celebrar-rever


Ver: É olhar para a realidade nas suas dimensões social, econômica, política, cultural, religiosa, etc. É um aproximar-se da vida e das pessoas e perguntar-lhes sobre o que estão vendo pelo caminho (cf Lc 24). É questionar, provocar um olhar crítico. É deixar  o coração transbordar e ouvir com atenção. Várias dinâmicas e técnicas poderão ser usadas conforme a idade e a situação do grupo.

Iluminar: Confrontar a realidade com a Palavra de Deus, os ensinamentos do Magistério e da tradição da Igreja. Confrontar essa realidade com o projeto de Deus, para que possamos compreendê-la e agir sobre ela, para transformar tudo o que vai contra a vontade do Pai e fortalecer tudo o que colabora para a construção do Reino. É anúncio e denúncia, por isso, carrega em si uma dimensão profética. Isto exige do catequista estar bem preparado(a) e buscar uma linguagem possível de ser compreendida pelo grupo de catequizandos(considerar a idade, a maturidade, a participação na vida da Igreja etc).

Celebrar: É rezar a vida e a fé com orações, símbolos, músicas, gestos. Pode estar presente em qualquer momento, alimentando a fé e permitindo nossa comunicação com Deus. É importante criar um clima orante, pois a catequese também é escola de oração, ajudando os catequizandos a conhecem os diversos modos de rezar da Igreja: Ofício Divino, Leitura Orante, diversas orações (principalmente o Pai-nosso, a Ave-Maria, o Credo), a leitura dos salmos, e tantas outras maneiras de rezar.

Rever: É o processo constante, que ajuda a verificar se a catequese está alcançando para rever seus objetivos: rever o processo e não as pessoas. Rever para crescer, melhorar, amadurecer, mudar, e não para desestimular e tirar a esperança. Rever a caminhada dos catequizandos e dos catequistas, assim como cada encontro e todo o ciclo catequético.


O método ver-iluminar-agir-celebrar-rever:

-deve ser testemunhado pela vida do catequista;
-tem o objetivo de educar na ação;
-desperta atitudes cristãs num processo de ação-reflexão;
-exige vivência comunitária e equipes de trabalho.


Fonte: Livro do Catequista, Irmã Mary Donzellini, Editora Paulus.

23 junho, 2013

Quem é Jesus para você?


"Jesus continua a nos interrogar hoje: Quem eu sou para você? Trata-se de pergunta intrigante à qual nem sempre conseguimos dar resposta adequada. E a resposta mais adequada  não consiste nas palavras que aprendemos no catecismo, mas, sim, no compromisso que firmamos com o projeto de Cristo.
Não basta dizer que Jesus é um profeta ou uma grande personagem que nasceu e viveu há dois mil anos. É preciso fazer nossa a resposta de Pedro: Jesus é o Messias de Deus. Isso significa acreditar que ele é o Filho de Deus, o ungido pelo Espírito para uma missão. Encarnando-se no seio de Maria, Deus, em Jesus, veio morar entre nós.
Quando respondemos sabiamente e nos comprometemos com Jesus, mostramo-nos dispostos a assumir a cruz do dia a dia. Olhamos sempre adiante com otimismo e não nos amedrontamos com as dificuldades que surgem diante de nós. Jesus não foi ao encontro da cruz; ela veio até ele à medida de sua fidelidade ao Pai. Também nós não precisamos inventar cruzes para demonstrar nossa fidelidade ao Pai, basta-nos assumir a cruz do compromisso de discípulos e missionários.
Quando confessamos que Jesus é o ungido e o enviado de Deus, reconhecemos que ele não é um sonhador sem base na realidade, mas o autêntico 'reformador' da humanidade, com programa claro e objetivo, capaz de transformar de verdade a comunidade e a sociedade. Aceitá-lo significa deixar de lado a injustiça, o ódio, a violência e tudo aquilo que fere a dignidade humana.
A pergunta de Jesus é dirigida a todos, mas a resposta só é possível aos que estão dispostos a segui-lo, partilhando com ele o caminho que leva à cruz. Aquele que nos interroga e ao qual muitas vezes nos recusamos a responder para não nos comprometer,  é justamente aquele que nos salva, aquele do qual depende nosso destino." (Pe. Bilo Luza, ssp)

18 junho, 2013

São Francisco de Assis



Sábado iremos falar sobre os santos e escolhi São Francisco de Assis.




História

"Giovani de Pietri era um jovem miudinho e fraco, porém muito rico e que morava na França. Seu pai tinha tantas riquezas que poderia dar-lhe tudo o que ele quisesse, mas esse jovem não era feliz. Ele sentia uma enorme tristeza em seu coração vendo tanta gente passando fome em sua volta. Foi então que começou a dar aos outros um pouco do que tinha.

Seu pai ficou furioso! Achou que ele tava maluquinho, doido, completamente pirado! Ele não entendeu o quanto fazia bem a Giovani ajudar os outros. Aí, ele resolveu sair de casa para poder ficar perto de quem precisava dele. Foi então que Giovani rompendo com seu pai rasgou todas as suas vestes e partiu da casa de seu pai, sem dinheiro, sem roupas, sem nada. Ele decidiu pelo voto de pobreza e se ofereceu como servo do próximo.
As pessoas começaram a chamá-lo de Francisco que quer dizer pequeno francês e o sobrenome assis veio por causa da cidade onde morava. Então Giovani de Pietri passou a ser conhecido como São Francisco de Assis. A partir deste dia Francisco decidiu que viveria em função dos irmãos, deram a ele uma veste de saco e um cordão que seria preso na cintura. Neste cordão há três nós que simbolizam castidade, obediência e pobreza. Castidade significa não se casar nunca, vivendo em união somente com Deus; obediência para servir a Deus, fazendo todas as vontades Dele e pobreza significa só ter o que for necessário.
E assim São Francisco viveu com uma fé fervorosa, confiando sempre em Deus. Como prova do amor de Deus por Francisco chagas como as de Jesus apareceram em suas mãos e pés. Por fim São Francisco ainda ficou conhecido como o protetor dos animais ele conta que tudo começou assim: 'eu estava fazendo uma palestra sobre o amor de Deus num lugar onde tinha um montão de pombinhas. Mas elas faziam tanto barulho que ninguém escutava o que eu falava. Aí eu me virei para elas e disse:
_Queridas pombinhas, eu sei que vocês já conhecem o amor maravilhoso de Deus por nós e fazem festa por isso, mas estas pessoas também gostariam de conhecer e sentir o amor de Deus. Eu poderia pedir que vocês se acalmassem só por um tempinho? Então, elas pararam de fazer barulho e as pessoas conseguiram ouvir sobre o amor de Deus'. São Francisco de Assis se dedicou a amar e acolher o próximo servindo a Deus e sendo obediente a ele. Nós hoje também somos convidados a seguir Jesus dentro de nossas casas, na escola e em todos os lugares onde estivermos. Aceitas o convite?" (Fonte: Ministério da Criança-MG)



Mais sobre São Francisco:


"Ele gostava de poesia e brincar com as palavras, tipo: Deus Pai é tão bom que é uma mãe!
Ele gostava de música, estava sempre cantando. Um dia queria tocar violino, mas não tinha um, então pegou duas varetinhas e ficou brincando que estava tocando e imaginando o som do violino na cabeça.
Ele amava os pobrezinhos, trabalhava com eles na roça, para ajudá-los a ganhar um dinheirinho a mais, cuidava dos doentes, especialmente dos leprosos que ninguém queria cuidar.


Ele gostava dos animais, não tinha coragem de matar nem uma formiga, porque não tinha o dom de dar a vida pra ela. Respeitava muito os seres vivos." (Fonte: Amigos do Céu-Canção Nova)

Sugestão de encontro sobre São Francisco de Assis encontrei  aqui no blog (mais fofo do mundo) Pãozinho do céu, da querida Sueli, catequista e artista, que ilustra com seus lindos desenhos os encontros de catequese. 


Oração 

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.

"A Oração da Paz, também denominada de Oração de São Francisco, é uma oração de origem anônima que costuma ser atribuída popularmente a São Francisco de Assis. Foi escrita no início do século XX, tendo aparecido inicialmente em 1912 num boletim espiritual em ParisFrança.
Em 1916 foi impressa em Roma numa folha, em que num verso estava a oração e no outro verso da folha foi impressa uma estampa de São Francisco. Por esta associação e pelo fato de que o texto reflete muito bem o franciscanismo, esta oração começou a ser divulgada como se fosse de autoria do próprio santo." (Wikpédia)

16 junho, 2013

Dinâmica de Oração




Entendemos a oração como diálogo com Deus, uma conversa franca entre amigos que se encontram, na vida cotidiana ou em momentos 'especiais'. Vemos que há muitos modos e métodos de oração. Para alguns, é preciso silêncio e contemplação profunda; para outros, é preciso música e dança; para outros, ainda, deve ter um rigor próprio, enquanto há quem prefira a espontaneidade. A catequese pode e deve colaborar para que as pessoas conheçam e vivam momentos orantes, celebrativos, que eduquem para a vida de oração. Desta forma, a catequese ensina a rezar, conforme o Diretório Geral de Catequese aponta em seu número 85. Será importante oferecer aos catequizandos essa variedade, de forma que eles mesmos possam construir uma identidade orante, individual e comunitária. Seguem algumas pistas:

1. Rezar com a Bíblia

A leitura orante, os círculos bíblicos, as celebrações da Palavra, o ofício divino das comunidades, a oração por meio do evangelho do dia ou do domingo, a oração com os salmos são algumas sugestões possíveis. É importante animar o catequizando para buscar a Palavra não somente como conhecimento, mas também como espiritualidade orante.

2. Rezar com símbolos

Água, óleo, perfume, flores, pedras e pão são alguns elementos que podem nos ajudar a criar um ambiente orante e cheio de significado. Pedir perdão e se 'lavar'; pedir a força do Espírito Santo e se ungir; 'sentir' o carinho de Deus por meio das flores e perfumes e ser capaz de partilhar esse afeto com os que caminham conosco, perfumando as outras pessoas; deixar-se tocar pelas pedras, ou caminhar sobre elas, para sentir seu toque, pode ajudar a compreender as dificuldades da vida e a busca da oração como força e alimento para esses momentos difíceis. Flores, pedras e pão podem lembrar os motivos para agradecer e louvar, para pedir perdão e sustento na caminhada.

3. Rezar com música e dança

É importante 'celebrar' com todo o nosso ser. Cantos seguidos de gestos, cantos e danças da religiosidade popular, as danças circulares de tradição judaica (com textos do Antigo Testamento), entre outras.

4. Rezar com o silêncio

A contemplação e a meditação ajudam a criar o clima de silêncio necessário em muitos momentos da nossa vida e que, infelizmente hoje, temos muita dificuldade para vivenciar. Podemos ajudar os catequizandos a fazer o silêncio contemplativo e orante, preparando-os para interiorizar a Palavra proclamada, ou ainda ajudá-los a observar e refletir sobre as graças de Deus em nossa vida ou sobre as dificuldades que encontramos, buscando em Deus a luz necessária para vencê-las.

5. Rezar as fórmulas já escritas

É importante também ter momentos de rezar o Pai-nosso, a Ave-Maria, o Credo, a oração ao Espírito Santo, a oração de São Francisco e de tantos outros santos e santas, a oração do padroeiro da comunidade/paróquia, ou ainda as orações marianas, como o terço e o Angelus, e as orações presentes na liturgia.

6. Rezar espontaneamente

Ter momentos de formular as próprias orações, como as preces da comunidade, pedidos de perdão, louvores a Deus pelas graças e dons que recebemos; ser capaz de rezar pelos outros, pela comunidade, pela sociedade, pela igreja, de colocar intenções de oração.

É importante lembrar que não existe 'um' momento certo para rezar na catequese. Os momentos podem ser variados, tanto no início como durante ou no final dos encontros, em momentos específicos (só para oração) e junto com a comunidade(missa, terços, círculos bíblicos etc.).

(Fonte: Revista Ecoando, Suzana Costa Coutinho)


Catequista Cris Menezes

15 junho, 2013

Planejameto do Encontro: Aliança: Pacto de Amizade- Catequese Primeira Eucaristia

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"No terceiro mês, depois de sua saída do Egito, o povo chegou a um monte chamado Sinai. Moisés subiu sozinho a montanha e lá Deus lhe falou:'...Se vocês obedecerem o que eu estou falando e forem fiéis à minha Aliança, vocês serão para mim o povo mais querido entre todos os povos...' O povo aceitou essa aliança de amor com Deus. Foi um compromisso de fidelidade entre Deus e as pessoas. Esta aliança foi feita entre Deus e o seu povo e, ao mesmo tempo, entre Deus e cada pessoa desse povo. O povo aceitou a oferta de amor de Deus e prometeu fazer a Sua vontade.  Deus deu para o povo uma lei, apresentada nos Dez Mandamentos, sinal da Sua Aliança com o seu povo. Aliança é o compromisso de amor e fidelidade entre Deus e cada um de nós." (Fonte: Primeiro livro do catequizando, Irmã Mary Donzellini)


Planejamento: Aliança com Deus

Interagindo: Fazer, com a ajuda dos catequizandos, um comentário sobre as normas vividas na casa de cada um, o que é permitido, o que é proibido...
Explorar as semelhanças e diferenças, entre as normas.
Caso considere viável, poderá solicitar aos catequizandos que encenem algumas situações em que as normas são aplicadas.

Conversar sobre: As normas e leis devem ajudar as pessoas a conviver.
Ás vezes é difícil entender e cumprir as ordens dos pais, por isso o amor entre as pessoas é tão importante, pois nos ajuda a resolver as dificuldades. Diante das faltas, quem ama sabe ajudar, compreender, corrigir e perdoar. Isso faz com que tudo se torne mais fácil e as leis fiquem mais leves de serem seguidas.
Explorar quando uma lei é boa e protege os direitos das pessoas, da comunidade, e quando acontece o contrário.

Iluminando nossa vida

-Explorar:

-A importância da lei, dos mandamentos para o povo judeu, o povo do qual Jesus fazia parte. A lei lhes foi dada por Deus a Moisés, no tempo em que o povo tinha saído libertado da escravidão e caminhava pelo deserto, rumo à terra prometida.

-Os 10 mandamentos selavam a Aliança entre Deus e o povo, que prometeu servir e obedecer a Javé como o seu único Deus e Senhor.

-Contar ou ler para os catequizandos: Ex 20, 1-17 e Dt 5, -12, onde encontramos os dez mandamentos.

-Orientar que, para Jesus, o pecado é não amar a Deus e ao próximo, pois o pecado é uma recusa do amor. 

Nosso compromisso: (Eu li o texto abaixo para que os catequizandos pudessem refletir e responder o "sim" à aliança com Jesus.)

A Antiga Aliança foi realizada no deserto, quando o povo se organizou e se comprometeu como Povo de Deus. Jesus, na última ceia, reparte o pão e vinho, seu corpo e sangue, com esse gesto, dá um mandamento novo ' amem-se como eu vos amo', e diz 'esta é a Nova e eterna Aliança.'

No batismo, nossos pais e padrinhos firmaram em nossos nome o compromisso de seguirmos Jesus, por isso pense: Você aceita esse contrato com Deus?
Você quer fazer a aliança com Deus e com Jesus, comungando com ele e com os irmãos?
Você aceita procurar sempre a vontade de Deus?

(Fonte: Livro Venham cear comigo, Lydia das Dores Defilippo.)

*
Dinamizando o encontro:

Encontrei a dinâmica do bambolê no Blog Sou CATEQUISTA de IVC : 


"- Comparar o bambolê  a uma aliança de casamento.
- O que significa uma aliança?
- O que ela representa na vida de duas pessoas?
- A maior representação de amor entre duas pessoas ocorre quando elas resolvem fazer uma aliança, quando uma se compromete em buscar a felicidade da outra, e vice-versa. O anel é o símbolo desse comprometimento; por isso costumamos chamar a aliança de o anel do casamento.
- Deus quer fazer uma aliança conosco, um pacto de amizade. durante a brincadeira, quando eu recebo esse bambolê (anel) e faço que ele passe sobre mim, dos pés á cabeça, é como se eu aceitasse criar esse laço com Deus e O deixasse agir sobre minha vida. Essa Aliança com Deus nós fazemos por meio do Batismo, pelo qual morrermos e ressuscitamos com cristo e nos comprometemos com a vida cristã, fazendo parte da Igreja.
- A presença de Deus na nossa vida é motivo de muita alegria. O amor de deus nos vitaliza e nos contagia; assim, quando eu entrego o anel ao meu(minha) colega, é como se despertasse nele(a) o desejo de também fazer parte dessa felicidade com Deus." (A dinâmica foi retirada do livro Jogos e brincadeiras para a catequese - Rogério Tellini).

Como fazer: Dividir os catequizandos em duas filas. Ao sinal, cada catequizando passa o bambolê  por baixo dos pés e retira-o pela cabeça, e passa para o próximo catequizando. Para ficar divertido, avisamos que vencerá a equipe que finalizar primeiro. Leia as orientações desta dinâmica aqui






14 junho, 2013

Santos Juninos: São João, São Pedro, São Paulo


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Junho é o mês das festas juninas. Nossas paróquias organizam barraquinhas com comidas típicas, quadrilhas...Mas vamos entender melhor o significado disso tudo para a nossa fé?! 

"Junho e julho são meses ricos em histórias da vida dos santos: dia 13 é a festa de Santo Antônio, um dos santos mais populares da Igreja. São João, comemorado no dia 24, filho de Isabel e Zacarias, primo de Jesus e batizador, ficou então conhecido como João 'o batista'. Dia 29 é dia de São Pedro, pedra viva sobre a qual Jesus quis edificar sua Igreja(Mateus 1, 18); tornou-se o primeiro Papa. No mesmo dia celebramos também São Paulo, grande missionário. As festas juninas como ficarão conhecidas, são celebrações religiosas, pois são memórias dos santos da Igreja. Nessas festas é costume organizar 'quermesses' com atrativos típicos: barracas, pipocas, bandeirinhas, balões, fogueiras... Vamos fazer uma leitura catequética desses símbolos e, ao olharmos para eles, poderemos extrair uma mensagem religiosa.

Os balões: ao serem aquecidos pelo 'fogo', eles sobem, fazendo uma alusão à nossa vida, pois também nós, como balões, podemos nos deixar aquecer por Deus para alcançarmos as coisas do alto.

A fogueira de São João: remete-nos a uma tradição bastante antiga na qual se dizia que Zacarias e Isabel, grávida de João, ao se despedirem da visita que a a 'Virgem Maria' fez a eles, prometeram a Maria sinalizar quando João nascesse. A fogueira foi então o sinal luminoso para indicar que haviam recebido o grande presente dado a eles por Deus. 

As bandeirinhas: coloridas, lembram a alegria presente na vida de quem escolhe viver na amizade com Deus.

A pipoca: a vida dos santos- e também a nossa- se comparada com a semente do milho da pipoca, quando aquecida pelo fogo (alusão a Deus), passa daquela semente dura e áspera, que até fere, transformando-se em pipoca, que brota de dentro para fora, se renova e já não será dura nem áspera, mas macia, capaz de ser alimento e sustento.

As quadrilhas com o casamento caipira: indicavam a festa em agradecimento aos santos, para os quais rezavam, em vista de obter uma boa colheita. Após a colheita, aproveitaram a fartura dos 'celeiros cheios' para realizarem a festa do casamento dos filhos, trazendo o padre e fazendo o baile."

Fonte: Livro Sementes de Vida-Iniciação para uma vida de comunhão com Cristo na sua comunidade, 1°tempo-catequista, Editora Ave Maria.

Catequista Cris Menezes