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31 março, 2013

Formação para o catequista: A Festa da Páscoa



 "Com meus olhos posso contemplar, devolveste a vida ao meu ser. Como amigo, tu vens me chamar, nem a morte pode te vencer!" (Ziza Fernandes)



Como chegaram os discípulos à fé na ressurreição de Jesus?

Os discípulos, que antes tinham perdido a esperança, chegaram à fé na ressurreição de Jesus porque, de diferentes formas, O viram após a Sua morte e falaram com Ele. Tiveram, portanto, a experiência de que Ele estava vivo.

Os acontecimentos pascais que tiveram lugar em Jerusalém por volta do ano 30 não são uma história inventada. Impressionados pela morte de Jesus e pela derrota da sua causa comum (Nós esperávamos que fosse Ele quem havia de libertar Israel. Lc 24, 21 ),os discípulos fugiram ou barricaram-se atrás de portas trancadas. Só o encontro com Cristo ressuscitado os libertou do seu entorpecimento e os encheu com o Espírito e com a fé de que Jesus Cristo é o senhor da vida e da morte.

Existem provas da ressurreição de Jesus?

Em sentido científico-natural, não há provas da ressurreição de Jesus. Há, porém, testemunhos individuais e coletivos muito fortes de um grande número de pessoas que presenciaram os acontecimentos em Jerusalém.

O mais antigo testemunho escrito da ressurreição é uma carta que São Paulo escreveu aos Coríntios cerca de vinte anos após a morte de Jesus: "Transmiti-vos em primeiro lugar o que eu mesmo recebi: Cristo morreu  pelos nossos pecados, segundo as Escrituras; foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras, e apareceu a Pedro e depois aos Doze.  Em seguida apareceu amais de quinhentos irmãos de uma só vez, dos quais a maior parte ainda vive, enquanto alguns já faleceram" (1Cor, 15, 3-6). São Paulo refere aqui uma Tradição viva que ele encontrou na comunidade primitiva quando ele próprio se tornou cristão, dois ou três anos depois da morte e ressurreição de Jesus, devido ao seu próprio encontro transformador com o Senhor Ressuscitado. Os discípulos  compreenderam o fato do túmulo vazio (Lc 24, 3-6) como a primeira indicação real da ressurreição. Foram precisamente umas mulheres, cujo testemunho era inválido para o Direito de então, que o descobriram. Embora se diga que já o apóstolo São João no túmulo vazio , viu e acreditou (JO 20,8), a certeza de que Jesus vivia só se consolidou mediante uma série de aparições. Os múltiplos contatos com o Ressuscitado terminaram com a ascensão de Jesus ao Céu. Contudo, os encontros com o Senhor demonstra que Jesus Cristo ainda vive.

Retirado do livro Youcat (Pág. 68-70)

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A origem da Páscoa na história do povo de Jesus

  • Os judeus celebravam a libertação do povo da escravidão no Egito.
  • Para celebrar, reuniram a família em uma refeição especial que lembrava a Última Ceia que o seu povo fez no Egito.
  • A ceia, no Egito, foi orientada por Moisés  matar o cordeiro, marcar as casas com seu sangue, comer o cordeiro assado, pães sem fermento (ázimos), ensopado de ervas amargas para molhar  o pão, vinho de uvas.
  • Jesus celebrava a festa da Páscoa com sua família e os judeus de toda a Palestina, que faziam caravanas para Jerusalém, onde estava o templo de Salomão, sinal da presença de Deus com o povo.

Retirado do livro  Venham cear comigo (Autora: Lydia das Dores Defilippo)

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Símbolos da Páscoa

Ovo: Simboliza o nascimento, vida nova, aplicado à Ressurreição de Cristo. O ovo representa também o final de um ciclo, a Quaresma, e o começo de uma vida nova, a Páscoa.

Coelhos: Surgiram como símbolos da Páscoa na época dos egípcios e representavam a fecundidade e a reprodução constante da vida. Símbolo da rápida e múltipla fecundidade da própria Igreja.

A cruz- traz a mística de todo o significado da Páscoa, da Ressurreição e também do calvário de Jesus Cristo. Desde o ano 325 d.C, é considerada como símbolo oficial do cristianismo.

Água- na celebração do Sábado de Aleluia, véspera do Domingo de Páscoa, é feita a bênção da água que será utilizada nos batismos durante o ano. Cristo é a verdadeira água, fonte de vida. 

Cordeiro- é o símbolo mais antigo da Páscoa e representa a aliança feita entre Deus e o povo judeu na Páscoa da antiga lei. No Antigo Testamento, a Páscoa era celebrada com o sacrifício de um cordeiro e pães sem fermento. Para os cristãos, o cordeiro é o próprio Jesus, Cordeiro de Deus do Novo Testamento, sacrificado em prol da salvação de toda a humanidade, que é seu rebanho.

O pão e o vinho- eram, na Antiguidade, a comida e  a bebida mais comuns. Jesus Cristo se serviu desses alimentos para simbolizar sua presença constante ao instituir a Eucaristia. Atualizam o corpo e o sangue de Jesus, que são a Vida Eterna.

O Círio Pascal-  é aquela grande vela decorada que tem a cruz como desenho central. Simboliza a luz dos povos em Cristo. As palavras alfa e ômega nela gravadas querem dizer: Deus é o princípio e o fim de tudo.

Os sinos- cantam a alegria da Ressurreição expressa nos cânticos de Aleluia. Tocando festivamente, anunciam novos tempos, alma nova nas criaturas.

Retirado do livro Sementes de vida (Editora Ave Maria)

13 março, 2013

Temos Papa

Imagem: Portal G1


 Habemus Papam!


Rezemos pelo nosso Papa Francisco. A Igreja Católica se rejubila com a chegada de um novo Pedro. Que  a Santíssima Trindade abençoe nossa Igreja, para que cresça e se fortaleça como igreja de Cristo que é. Sei que será um novo tempo para todos nós. 


Cris Menezes- Catequista Feliz

10 março, 2013

Dinâmica de apresentação- Catequese com crianças Quem eu sou?




Acolhida e Oração inicial com a leitura do Salmo 138
Distribuir folhas em branco e pedir para que o catequizando faça um desenho de si  mesmo e escreva seu nome, aniversário, uma qualidade. 

Leitura e Partilha do Texto Assim sou eu
"Elogio, xingo, agrado, desagrado, sou amável, às vezes mal-educado, bato, abraço, estudo, colo, partilho minhas coisas, quero tudo para mim, sou egoísta, generoso, calmo, agitado, obedeço, desobedeço, sou sincero, minto. Eu sou um tantão de coisas, e todas as coisas ao mesmo tempo. O bem, o mal, a alegria, a tristeza, tudo convive dentro de mim. Às vezes me sinto diferente; outras, tão igual aos outros. Quando ando depressa, penso que poderia ir mais devagar. Se saio correndo, tenho medo de cair. Se pulo corda, fico de olho na queimada. E assim vou vivendo um dia atrás do outro, buscando respostas, fazendo perguntas. Vou sendo feliz e até mesmo infeliz. Se em algum momento desacredito de algo, em outro sinto que a esperança me move. Sigo a minha estrada, olhando a paisagem, atravessando pontes, cortando caminhos em busca de saber quem eu sou.”

Iniciar a reflexão sobre “quem eu sou”, nossas diversidades e diferenças, o valor de cada um, o respeito pelo próprio corpo. É importante que o catequista leve-os a reconhecerem o valor que têm, e que se sintam especiais e amados por Deus.  

Pedir que cada um apresente seu desenho e fale a qualidade que escreveu.

Troca de desenhos. Recolhemos os desenhos e entregamos de forma aleatória de maneira que cada catequizando não pegue o próprio desenho. Deixar que eles encontrem o dono do desenho, para poderem interagir.

Espalhar os desenhos no chão e fazer uma oração de entrega a Deus, por tudo o que somos.

Sugestão de música para o catequista refletir sobre o tema: Contrários- Pe. Fábio de Melo.

Encontro baseado no livro Creio na Alegria (Sandra Regina de Sousa e Tânia Ferreira Pulier)


Por Cris Menezes
http://www.catequesedeeucaristia.blogspot.com.br