Santos Juninos: São João, São Pedro, São Paulo


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Junho é o mês das festas juninas. Nossas paróquias organizam barraquinhas com comidas típicas, quadrilhas...Mas vamos entender melhor o significado disso tudo para a nossa fé?! 

"Junho e julho são meses ricos em histórias da vida dos santos: dia 13 é a festa de Santo Antônio, um dos santos mais populares da Igreja. São João, comemorado no dia 24, filho de Isabel e Zacarias, primo de Jesus e batizador, ficou então conhecido como João 'o batista'. Dia 29 é dia de São Pedro, pedra viva sobre a qual Jesus quis edificar sua Igreja(Mateus 1, 18); tornou-se o primeiro Papa. No mesmo dia celebramos também São Paulo, grande missionário. As festas juninas como ficarão conhecidas, são celebrações religiosas, pois são memórias dos santos da Igreja. Nessas festas é costume organizar 'quermesses' com atrativos típicos: barracas, pipocas, bandeirinhas, balões, fogueiras... Vamos fazer uma leitura catequética desses símbolos e, ao olharmos para eles, poderemos extrair uma mensagem religiosa.

Os balões: ao serem aquecidos pelo 'fogo', eles sobem, fazendo uma alusão à nossa vida, pois também nós, como balões, podemos nos deixar aquecer por Deus para alcançarmos as coisas do alto.

A fogueira de São João: remete-nos a uma tradição bastante antiga na qual se dizia que Zacarias e Isabel, grávida de João, ao se despedirem da visita que a a 'Virgem Maria' fez a eles, prometeram a Maria sinalizar quando João nascesse. A fogueira foi então o sinal luminoso para indicar que haviam recebido o grande presente dado a eles por Deus. 

As bandeirinhas: coloridas, lembram a alegria presente na vida de quem escolhe viver na amizade com Deus.

A pipoca: a vida dos santos- e também a nossa- se comparada com a semente do milho da pipoca, quando aquecida pelo fogo (alusão a Deus), passa daquela semente dura e áspera, que até fere, transformando-se em pipoca, que brota de dentro para fora, se renova e já não será dura nem áspera, mas macia, capaz de ser alimento e sustento.

As quadrilhas com o casamento caipira: indicavam a festa em agradecimento aos santos, para os quais rezavam, em vista de obter uma boa colheita. Após a colheita, aproveitaram a fartura dos 'celeiros cheios' para realizarem a festa do casamento dos filhos, trazendo o padre e fazendo o baile."

Fonte: Livro Sementes de Vida-Iniciação para uma vida de comunhão com Cristo na sua comunidade, 1°tempo-catequista, Editora Ave Maria.

Catequista Cris Menezes

Comentários

  1. Cris, o Google me trouxe aqui....kkkk Amei o post! Vou usar para fazer uma dinâmica. Beijuuuu!

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