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23 julho, 2013

Diário de Catequese: fazer chamada?

O assunto que eu não queria falar. Diário. Não tenho muito apreço por diários. Dei um jeito de sumir com minha chamada, e criei um caderno todo fofo, personalizado, para as crianças assinarem.Não gosto de associar catequese a escola.
Será que é realmente necessário ter chamada nos encontros?



Bom, o que dizem os catequistas:

"É importante que o catequista tenha em mãos um controle de presença e de participação na catequese. O que deve ser evitado é a aplicação do modelo escolar à catequese. O diário da catequese é um instrumento de conhecimento do catequizando, através dele se faz um histórico da participação dos catequizandos nos encontros. Quando um catequizando é transferido para outra paróquia por motivo de mudança é preciso ter um documento que informe à nova comunidade a situação daquele catequizando.Para isso ser realizado faz-se necessário uma infra-estrutura básica: Registro de Matrícula, Diário da Catequese. Este conjunto de documento auxilia o registro da trajetória do catequizando. Por exemplo, uma declaração de freqüência ajudará muito a catequese da comunidade para a qual a criança se mudou." fonte centraldocatequista.blogspot.com.br


O caderno para assinaturas  não foi suficente, porque eles assinaram o caderno, mas eu não acompanhava a frequência. No final, acabei  resgatando a velha e boa chamada, para ter controle da situação, afinal precisava saber dos faltosos.

Hoje, refletindo sobre o assunto, cheguei a uma conclusão: o acompanhamento de frequência é necessário. Isso é indicutível. Mas não precisamos adotar o mesmo método escolar para a frequência. Por essas e outras que é difícil desvincular catequese e escola na cabeça dos catequizandos, pais ( e até alguns catequistas), já que roubamos algumas metologias da escola para catequese. Eu vou fazer assim: Vou ter um Diário de Catequese e o Caderno de Frequência. O caderno vai passar  para ser assinado em todos os encontros. Em casa, irei passar a frequência do caderno para chamada e verificar quem faltou. O controle da frequência será feito sem a chamada escolar. Simples assim.
Pensamento bobo: Será que Jesus fazia chamada: João? Pedro? Filipe? Bartolomeu? Judas? rsrs
Acho que não. Mas acho que nosso Mestre estava com os olhos grudados em seus discípulos.

Catequista Cris Menezes



02 julho, 2013

Jesus convida os apóstolos-Planejamento de Encontro da catequese




O que vamos precisar


Rede de pescadores, panos, lençóis  desenhos, fotografias de jornais e revistas, gravuras e textos co pessoas fazendo o que Jesus fazia.

Para ler, ouvir, pensar e conversar:


1) O convite:


Jesus convida todas as pessoas para viverem como ele vivia. De que maneira? Reflita sobre estes exemplos:


-Pensando no bem dos outros;

-Sendo justo e amigo de todos;
-Ajudando as pessoas a saírem do sofrimento;
-Anunciando a Palavra de Deus;
-Obedecendo a Deus Pai.

Você consegue pensar em outros exemplos? Quais? Vamos então colar as gravuras de pessoas que agem como Jesus agia.


2) Chamado por Jesus:

Vamos encenar a passagem da Bíblia na qual Jesus chama seus apóstolos. Antes, porém, vamos ler juntos na Bíblia como isso aconteceu (Mc 1, 16-20)

Atividades


1) Venham comigo! (Encenar)


Narrador: Quando Jesus andava à beira do lago da Galileia  viu dois irmãos: os pescadores Simão e André. Os dois pescavam no lago, com redes. Jesus foi até eles e disse:


Jesus: Venha comigo e eu ensinarei vocês a pescar gente!


Narrador: Jesus mudou o nome de Simão, dizendo a ele:


Jesus: Tu és Pedro, e sobre esta pedra eu construirei a minha Igreja.


Narrador: Os dois largaram as redes e o seguiram. Mais adiante, encontraram outros dois irmãos, Tiago e João, filhos de Zebedeu. Eles  estavam no barco com seu pai consertando redes. Jesus os chamou:


Jesus: Venham comigo!


Narrador: No mesmo instante eles largaram o barco, deixaram o pai e seguiram Jesus. Assim, Jesus foi caminhando por vários lugares  e escolhendo seus seguidores. Eram 12 apóstolos.


Catequista:Jesus chamou os apóstolos para ensiná-los a viver como ele. Depois, os apóstolos teriam como missão transmitir a todo o mundo o que Jesus lhes ensinou.


2) Para entender melhor o significado de algumas frases da encenação, responda às perguntas no caderno:


-Jesus mudou o nome de Simão para Pedro e disse que ele seria a 'pedra de sua Igreja'. O sucessor de Pedro é o Papa. Como é o nome de nosso Papa?

-Os sucessores dos apóstolos são os bispos. O bispo atende uma região chamada diocese. Qual o nome do nosso bispo? E de nossa diocese? -Antes de serem apóstolos, as pessoas que Jesus escolheu pescavam peixes. Jesus os convidou a serem pescadores de homens. O que significa isso? -Os apóstolos deixaram suas profissões e famílias (sem porém abandoná-las) para seguir Jesus. Nós também temos de largar muitas coisas para seguir Jesus,  como por exemplo, o preconceito, a preguiça, a inveja...Que outros exemplos você consegue pensar? -Por que tudo isso deve ser deixado para trás se quisermos, verdadeiramente, ser seguidores de Cristo?

3) Jesus escolheu 12 apóstolos. Vamos escrever seus nomes? Procure em Lc 6, 12-16.



Fonte: Livro Convidados para a ceia- Primeira Eucaristia, Diocese de Caxias do Sul, Paulinas.

01 julho, 2013

Catequese e pessoas com deficiência



O que diz o Diretório Nacional de Catequese:

"É grande, em nosso país, a quantidade de pessoas com deficiências. Elas têm o 
mesmo direito à catequese, à vida comunitária e sacramental. Particularmente a partir do 
século XX em seus documentos catequéticos, a Igreja vê a necessidade de lhes dar a 
devida atenção e fazer esforços para superar todo tipo de discriminação. Nas 
comunidades, muitas pessoas se sentem chamadas para o trabalho junto aos deficientes; 
há inclusive catequistas e agentes de pastoral com algum tipo de deficiência. 
Toda pessoa tem necessidades, pois ninguém se basta a si mesmo. Mas, há 
algumas pessoas que têm necessidades específicas. Estas também precisam ser acolhidas 
na catequese. É preciso oferecer uma catequese apropriada em seus recursos e 
conteúdo, sem reducionismo e simplismo que apontem para um descrédito das 
capacidades da pessoa com deficiência. Também não se pode deixar de mencionar o 
número expressivo de irmãos que possuem necessidades educacionais especiais, sejam 
elas provisórias ou permanentes, causadas por algum distúrbio ou outras especificidades. 
A estes a catequese dispense a atenção necessária. 
 Aumenta a cada dia o número de voluntários para trabalhar com as pessoas 
com deficiência. Há também maior consciência e organização sobre esta catequese. Há 
organismos e movimentos representativos na luta pelo reconhecimento de suas 
necessidades. Nota-se uma tendência à superação de idéias preconceituosas e de 
atitudes caritativo-assistencialistas que dificultam o protagonismo social e eclesial. Como 
membros da Igreja, também os deficientes mentais têm direito aos sacramentos: não é 
uma concessão, é direito que precisa ser garantido. Eles fazem parte da comunidade e 
nela têm direito a serem ajudados a fazer a experiência do mistério de Deus na sua vida. 
Nesse itinerário da fé, a família desempenha papel fundamental, pois é nela 
que ocorre a primeira experiência de comunidade e onde a pessoa deveria receber o 
primeiro anúncio do mistério da salvação. Por esse motivo, a comunidade eclesial esteja 
atenta às suas necessidades, conflitos, desejos e aspirações. Toda a comunidade cristã é 
convidada a assumir a responsabilidade de catequizar os deficientes, criando condições 
para a sua plena participação comunitária e pastoral. 
 É importante que a participação das pessoas com deficiência na catequese seja 
feita em companhia dos demais catequizandos, para que se evitem grupos separados ou 
confinados em locais sem a devida atenção e cuidados ou distantes da comunidade. Essa 
atitude é fundamental para que não se perpetue a idéia de que todas as pessoas com 
deficiência necessitam de uma catequese puramente especializada. É necessário levar em 
consideração as descobertas e avanços das ciências humanas e pedagógicas, e assumir a 
pedagogia do próprio Jesus, que privilegiou os cegos, mudos, surdos, coxos, aleijados. 
Todos somos imagem de Cristo Ressuscitado e participamos dos sofrimentos, da cruz, 
como também da alegria de ser chamados à vida, testemunhando através dela a ação do 
próprio Deus. 
A catequese junto às pessoas com deficiência atinge todas as idades, em 
especial os adultos, pois muitos deles, por diferentes motivos, não tiveram a 
oportunidade de fazer a experiência da fé na comunidade eclesial em outras fases da 
vida, e agora manifestam esse desejo. É preciso perceber também o quanto essas 
pessoas podem ter a ensinar, com a sua própria experiência e com o modo como lidam com a sua situação. Com elas, como com todos os catequizandos, há uma estrada de 
mão dupla onde o catequista também aprende e se enriquece. 
Esta catequese supõe uma preparação específica de todos os catequistas, pois 
cada necessidade diferente exige uma pedagogia adequada. É bom contar com o apoio de 
profissionais, como médicos, fonoaudiólogos, professores, fisioterapeutas, psicólogos e 
intérpretes em língua de sinais sem que se perca o objetivo da catequese. Em todo esse 
processo, a família desempenha um papel importante para o qual deve receber a devida 
ajuda. " (Diretório Nacional de Catequese, citado em DIRETRIZES PARA A CATEQUESE
DIOCESE DE AMPARO – SP)